Sempre soube que Johannes Kepler tinha formulado as que descrevem as órbitas elípticas dos planetas, mas antes do superior nunca tinha ouvido falar de Tycho Brahe e deduzia eu que o Kepler teve uma dor de barriga e cagou aquelas fórmulas. Semelhantemente Ampère fez sua fórmula para mostrar como e de que forma flui aquilo que temos por corrente elétrica, mas o precursor dele que fazia as medidas a história relegou ao esquecimento como o Brahe. E muitas vezes simplifica-se ou omite-se parte importante para não cansar o ouvinte ou até mitifica-se como no caso Frankenstein cuja criação (do livro) seria aposta entre Stoker, Biron e a autora. Só sabe mesmo como e quando quem vivenciou e mesmo algo insofismável como um filme (a película cinematográfica) cabe perspectiva. Veja o ilha das flores que foi rodado em Porto Alegre na ilha grande e trouxe para seus habitantes, mais isolamento por contra da perspectiva do continente "do povo que disputa comida com os porcos" e conforme outra película a história que culminou no roteiro trazia respeito ao povo daquele lugar e não o desrespeito de colocar criação sobre ou com prerrogativa ao próximo. Tudo bem que grãos como soja é para gado, quando poderia ser pleno para humano. E a cena em questão por ter uma acepção maior que o fato gerador, por estar aliado a esse outro fato. A verdade é assaz difícil, pois esta ligada a perspectiva de fato e a visão embora nos permita calcular distâncias, nos prega peças, algumas cômicas, outras mórbidas.
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