
A estranheza de defender algo que normalmente sou contra (afinal sou partidário da identidade/personalidade e contra a esquizofrenia social) mas no A Mulher Invisível a falta de definição entre drama e comédia me agradou, me soou como se o diretor não me tivesse pastoreando como publico, me possibilitando escolher entre o que e em que grau eu quero responder a obra. A critica farta de obras a serem estudadas e cartesianamente classificadas pode ate ver como vicio, mas para mim, parece destreza, virtude. Podem ate obtemperar que muito para leste é oeste, mas a medida me parece justa, portanto sem excessos.



