quarta-feira, 17 de junho de 2009




Somos gado quando ouvimos radio, quando acessamos a Internet sendo tolhidos como... para ir para lá ou para cá. Quando assistimos a Televisão que como tudo mais diz estar ligada a sustentabilidade e Ética, mas não vejo como as duas primeiras podem se relacionar de modo bom ou simbiotico com o lucro. Lucro econômico, um dos mais de dez tipos de lucro possíveis administrativamente, me desvio mas continua a pensar somos peixes em cardume e a isca que nos servem serve a algum colectivo ou a uma minoria e esses peixes com alguma argucia que com função ou outra isca melhorzinha acaba se vendendo por pouco, tão pouco que não vale as ideias defendidas, mas a utopia de bem viver e bem estar é sempre maior do que a da rectidão. E mesmo esta ideia absurda da rectidão, pois o que é uma recta que não um arco duma circunferência desproporcionalmente grande, nem precisa ser infinita vide o horizonte. O ser o é a partir da constatação? Ou mesmo sem ela estamos sob jugo e julgamento? Mania ibérica esquisita que imprime um raciocínio de coisas desproporcionalmente menos fleumáticas que outras, mas uma vida, uma sociedade, ou uma civilização podem ser consideradas algo além da fleuma?

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