Para seres deuterostômios que somos, temos fixação pelo anus. Como na história em que Mary Sheley só escreveu a obra depois que viu o sobrinho do Galvam "reanimar" o cadáver dum condenado à capital, inserindo lhe no cu eletrodo e outro no topo da coluna. Ou na fábula onde para se ilustrar que a atenção as minúcias é superlativamente importante: Na primeira aula de anatomia o doutor tem como púlpito um cadáver em decúbito dorsal e após pedir atenção ao método, introduz o dedo no cu daquele que jaz e leva à boca o dedo e pede que cada um dos presentes faça como ele. Após os presentes seguirem o recomendado, questiona se notaram que o dedo introduzido em cada orifício foi dedo distinto. Ou mesmo na música do Ultraje à rigor que para completar o refrão colocou um palavrão, que não poderia ser outro que não, cu.
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