Hoje advogo que o obvio não existe, salvo para quem o aponta. E embora o bordão do professor Hugo Paulo fosse “O obvio ululante" que nunca ouvi o proferir, mas minha mãe conta. E tenho-o em grande conta, pois professou sua fé no futuro para pelo menos duas gerações de minha familia. Dizia eu sobre o obvio e o rumo destas aderna e embora seja obvio para alguns que seja mais um agradecimento as boas memórias do que um tecido consistente sobre o que advogo. Verbum do Escher
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