quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Halfbook

No post anterior o assunto que eu quis tratar e acabei adernando como Clarice Lispector, era sobre como a linguagem molda o raciocínio e nossa que tem esse que de literato, um que maior de náutica e outro tanto de têxtil. E o nosso raciocínio que sempre vai por caminhos que já foram sulcados, por algum escritor que talvez seja o grande roteirista, ou  grande arquiteto, ou o Criador. E essa idéia reincidente sobre a deidade. Idéia, questão, no país laico-cristão (paradoxal pois se laico é, como pode ser cristão) colocar como questão, compara-se ou igualar ao mito, na ascepção pior deste que é de lenda, mas ascepção melhor que do mítico e do mathal, dificilmente o fervoroso (que na maior parte do tempo esta mais para febril) adota como significado.

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