domingo, 28 de junho de 2015

Funk

Nélson Gonçalves era gago, mas quando cantava jamais transparecia. O funk como estética parece música para gagos, crianças e eunucos: com samplers de vozes que se repetem ao infinito, mas não vai além. Com vocalistas com timbre de criança/adolescente e melodia de campanhia. E querendo mostrar a virilidade, por conta da temática, de um eunuco por quê quem faz, não  tem a necessidade de auto afirmar como fazem os eunucos que ouvem isso. E olha gosto de Defalla que já passou por ai, mas não estacionou. E depois de escritas estas me deparo com um funk que cita a questão do nióbio e a educacional de modo inteligente, para surpresa e deleite.

Nenhum comentário:

Postar um comentário