quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Pontualidade

Versar sobre o que falta colocando como o único critério que importa seria bizarro, muito mais que mera hipocrisia estaria para estupidez. Entretanto vivemos num "Pais que não é nação" e numa cultura de meias: meias verdades e meia agua. Ao mesmo tempo que se cobra profissionalismo, deve-se vestir a camisa, pois se o time esta perdendo é por culpa destes mercenários (não seriam profissionais?). Mas se ganha não foi mais que obrigação. E a venda, o lucro, a função motora e de confiança, estão todas antes da Etica, da Moral e do moral. Por conta desta lógica difusa ou só perversa o motorista (condutor) do onibus/lotação para duas, três vezes no mesmo ponto para bem servir (ele se mente) o cliente que chegou pouco atrasado, faz com que um sistema inteiro trabalhar com areia e quem se serve, não exclusivamente mas também por conta disso ter que lidar com calculos de integrais triplas ou madrugar. Mesmo com o risco de colisão traseira evidente ou no caso dos mercados que fazem a venda casada institucionalizada ou mesmo além da lei e contam com a inepcia do fiscal/da lei/bitola do cliente de modo que tudo permanecerá exatamente onde e aonde está. Overflow.

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