sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Critério, muita vezes é o que falta.

Estava conversando com minha mãe sobre o critério estabelecido, então usei o esquema de cortes para nosso planeta que conforme Guilherme Arantes diz é "Terra planeta água", e realmente olhando os mapas que mostram, mais oceanos, mares e rios que terras, a conclusão logica a se ter como resultado é que esse realmente o planeta Água. Mas essa visão bidimensional (2D) que a carta confere esta longe da visão tridimensional (3D) que a geologia nos dá, na comparação da laranja e sua fina casca análoga a litosfera que contem a maior parte d'água nesse planeta e mesma geologia nos dizendo que o manto e a maior parte das camadas inferiores são solidas e portanto estamos realmente no planeta Terra. Então recrudescendo a visão astronômica, esta nos dá que a visão unidimensional(1D) e no sistema solar e na galaxia somos apenas um asterisco, um ponto insignificante no espaço e mesmo assim é tudo que temos tudo que somos, depende da magnetosfera deste asterisco funcionar bem o suficiente para que partículas mortais transformem-se em lindas auroras, que a camada de ozônio tenha espessura suficiente para filtrar (ou refletir) os nocivos raios UVC. O tudo isso para falar que o crivo adotado pode ser o da toupeira, pois economizar na compra de materiais a ponto de fazer com que tarefas caras tornem-se proibitivas, não é gerencia. É ingerência. É tentar aplacar a hemorragia com torniquete no pescoço. Não sei, hoje nem se usa torniquete, pois mesmo em locais menos sensíveis, idiotas conseguiram causar grande estrago, portanto não é mais pratica corrente.  Mas atenha-se a semântica, que é o sentido da coisa. Quando alguém vocifera que é só um detalhe semântico, penso comigo que esse detalhe que faz a diferença entre que o burro ou o padre paste. Enquanto o padre pastava o burro, orava.

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