O grande bolo onde um direito passa a ser um dever e os dois são emiscuidos, portanto misciveis a tal ponto que não se pode mais diferencia-los. O branco e o preto no arabe, suponho que apesar de ter palavra unica para ambos um arabe sabe distinguir um do outro. Mas será que no Brasil pode-se, distinguir o direito de cada parte e ate onde o estado deve intervir. Tenho filha, não sou tão presente como gostaria de se-lo, por uma serie de fatores que não cabe elencar,. Que ela suponha que possa (por conta da mal escrita e olha que nem a li, tiro por base a do estelionato/pendura) vai e me processa uma coisa de foro particular vira espetaculo e onûs. O direito de pai ainda é o de acolher e também de escolher senão. Ou todo filho merece essa acolhida sem pestanejar, sem limites, sem pulso? Talvez nos classe AAA onde pode-se fazer de um filho assassino alguma coisa mais branda, não estou bem no chão dessa fabrica, mas suponho que essa moral não é a vigente, pelo menos não é a que elegi. Vivemos numa sociedade que esquece, seus encarcerados por que erraram e a palmada é selvagem e quando ela vem opinar sobre o que fazer com os filhos, ela manda que sejamos amantissimos. Isso esta correto? "Faça o que eu mando filho, mas não faça o que eu faço." Nunca foi primor de modo educador. Não seria melhor deixar as questões medicas para os medicos? Tipo vá fazer psicoterapia, os primordiais tinha o mote do sexo e a mãe, talvez já tenha chegado no relacionamento com o pai, sem ser o relacionamento com a deidade. Qual o direito da criança ser amada incondicionalmente e ser o centro das atenções. Paremos de assistir Titanic ou que não, pelo menos, percebamos que tem horas que a criança não o centro da atenção e estas horas devem existir para que não criemos em produção industrial Veruca Salt.
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