Todo mundo riu, eu também, mas lógica dentro da matemática e dogma dentro da religiosidade, poderiam colocar algo de mais profundo que esse humor: O trinitarismo (que os cristãos arianos não acreditavam) diz que três é um e todas as vertentes modernas (salvo engano, os da Torre de Vigília) concordam sem pensar nos aspectos mais fundamentais disso, como somente numa equação equivocada isso posto estaria correto. Porém somos seres de lógica difusa (Fuzzy Logic) é nesta, as vezes, sim é não. De maneira semelhante na representação de números complexo abandonamos a matriz uma linha por uma coluna (1 x 1) e expandimos esta bidimensional (parecendo unidimensional) só um pouquinho, porém nesta matriz inicial temos modos de representar o fragmento (mantissa) o inteiro e bases distintas da decimal essa necessidade de representar uma entidade sues genere ( o numero i ou j ) pede que expandamos nossa compreensão do que é, numero e o numeral para representa-lo passa a ser o i que não esta grafado normalmente no domínio dos reais, porém poder-se-ia sub-intender este grupo como todo imaginário que tem sua partição imaginaria igual à zero. Talvez pareça loucura levar este relativismo ao sistema de numeração, porém com caminhos diversos obtemos diversas sendas e trilhando estes caminhos podemos nos deparar com becos sem saída, porém num viês de raciocínio diz que eles não existem, para quem sabe olhar para traz. Nos números hipercomplexos, temos matrizes numéricas da ordem 1 X 4 ou 1 X 8 e mesmo assim todo o numeral grafado significa um único numero, qualquer posição elevada a zero, resultara noutro numero. Embora numero não seja numeral e fonema não seja morfema. A separação do símbolo e seu significado é separação de gémeos siameses, coisa que quase sempre leva a morte um ou ambos.

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