quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Vamos segar

Hoje conversava com uma descendente de japoneses e traçava a analogia com o japonês aprendido por esta que a maior fora da pais jus sanguinis e a nossa cultura débil por ser tratada como criança. Os descendente de japonês ouviam uma língua japonesa dirigida a crianças, com diminutivos, abrandamentos e léxico próprio, alguma coisa como o nosso balbuciar com crianças (pititinho, quer fazer toto) e ao utiliza-lo com adultos aparentava retardo na busca dos iens. Mas como saber a lingua japonesa como um adulto utiliza se em casa o único japonês usado foi quando criança. De maneira semelhante como culpar as nossas crianças, se os pais cretinos sempre balbuciaram algo de cortesia e educação e gritavam a plenos pulmões má educação, pois todos (ou a grande maioria ) tem medo de ser verdugo, tem medo de impor limites. E nem o pai que tinha essa tarefa chata da disciplina a tem em tempos de separações massivas, hoje essa tarefa é dada a qualquer imbecil que passe na frente dos pais "amáveis e tolerantes", pois sempre que vai ficar bravo é o moço, o cobrador, deus, o papa, a pqp, nunca papai ficará bravo, mas a sociedade como todo esta contra ti meu querido futuro tirano. Não me atrevo a doar meu pátrio poder a qualquer forasteiro e mesmo que seja da minha tribo tem ocorrer muita ponderação. Mas numa sociedade que a escola tem o dever de educar os filhos, não vejo muito utilidade para os pais a não ser fazer mais filhos. A propósito a sega é o ato anterior a semeadura e o agricultor mantém a charrua no trilho.

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