A sequência Tropa de Elite 2 eh tão boa ou melhor que a precursora, consegue citar Shakespeare e fazer piada com o autor sem ser pernostica, mesmo que a traição do tradutor não ajude muito a entender qual a questão do príncipe Hamlet ( Que talvez fosse alguma coisa do naipe "Estar ou não estar (vivo) eis a questão (derradeira)"), retomando, o filme eh grandioso como o anterior ao mostrar perspectivas antagónicas dum mesmo ideal, consegue ser altamente nacionalista ao desfiar o que temos de pior, na politica, na policia, na marginalidade. Um paradoxo a 20 quadros por segundo, ou uma coleção destes. E justificando o titulo, o andamento, o ritmo do filme eh perfeito, nada de ralentar e dar aquele sono de filme intelectualoide, tem ritmo, tem harmonia, tem ate melodia imbutida na trilha sonora, mas eh obra cinematografica e paradoxalmente será assistido melhor nas salas de exibição do cinema e nos DVD players do comercio pirata. Se alguma obra ja chegou perto da realidade foram estas, talvez um hiperrealismo brasileiro, afinal de contas somos a somatoria, vetorial ou não de diversas culturas.
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