Não que eu seja o grande pensador, mas a idade (mesmo que não seja metade) me trouxe indagações com relação a língua pátria e sua ascendência (tanto na etimologia como na historia de poder, não só do estrangeirismo) e correlações com outras possibilidades linguísticas e vejo uma relação inversa de quanto mais rica lexicalmente menos o será em sentido vice-versa. A nossa tem riqueza lexical ímpar e portanto alguns sentidos se perdem na penumbra do tempo e portanto o Mathal fica truncado, riqueza de sentido pode levar a informações truncadas e posteriormente indecifraveis e o Mathal é por natureza truncado e ambíguo em sistemas de informação estas são caracteristicas perniciosas de modo geral, mas a língua é um sistema de informação ou troca desta que é único, pois é caixa e conteúdo e portanto esta entropia alta as vezes neste caso é positiva. Vejo o caso da tradução de Mathal velar e revelar, me atenho a velar que embora nos parece diferente no filme químico e no funeral os dois guardam o sentido de guardar, esconder o corpo/cadáver e a informação visual registrada que jamais será vista por outro olho além daquele que captou ou este abrandamento do capturar, pois informação não pode ser refém (os direitos intelectuais dizem o contrario). Já fiquei deprimido pelo Novi-lingui do 1984, mas no árabe vejo beleza, então mesmo no cachorro morto pode haver apreciação e beleza. Quanto mais sei, mais confuso fico e já o era desde tenra..
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