Vou participar, só por diversão pois de fato não tenho chance real, embora neste certame a proporção aproximada seja 870:1 ela me parece fugir das raias do razoável. Razoabilidade que não vejo também em toda estatística ruminada para parecer que tudo esta bem. Eu vou como, muitíssimos pela fato do mercado de trabalho estar uma tristeza e o critério do paradigma atual ser o aparentar ter determinada competência e os mapeamentos desta que nos levam a ter gente errada, no lugar errado, fazendo coisa errada e mesmo assim a teimosia colossal que diz que tudo isto deve estar certo e se fomos ate aqui ( não devemos saber que perante o abismo o mais sensato é não caminhar) e se foi investido, não devemos obstar o projeto, pois mesmo que ele não vislumbre a realidade atual, mesmo que o buraco que estamos cavando tenha como finalidade ser fechado, devemos aparentar retidão, apartando-nos da aparencia do mal. Porcaria de raciocínio que lida com mascaras, porcaria de sofisma que na entre-linha diz que tem mais valia o que aparente do que o que realmente é. Não por acaso o verbo ser tange a divindade e esta no começo de toda língua e esse arcaísmo que da identidade, nestas relações liquefeitas numa sociedade que não tem bem definido seus limites, perde para o parece, aparenta e se perde e nos faz estarmos todos perdidos.
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